Usando o big data para fidelizar clientes no varejo

De acordo com um estudo do “The Economist”, foi verificado que 72% dos varejistas coletam dados de fontes públicas, sendo que 64% deles andam coletando dados de mídias sociais, como por exemplo o Facebook.

O mercado de hoje lida com uma quantidade de informações, da qual era impossível se imaginar há poucos anos. E é exatamente neste ponto que um sistema especializado em Inteligência de Dados se propõe a trabalhar, permitindo assim que o gestor tenha uma visão 360º de todas as oportunidades disponíveis em seu negócio.

Tente juntar todos os relatórios de vendas, planejamento estratégico de toda a história da empresa, os e-mails do SAC, ações de marketing já realizadas… Você já parou para pensar na quantidade de dados que sua atividade comercial gera diariamente? Não será possível tratar e otimizar toda essa infinidade de dados para insights à mão.

As soluções em Big Data para o varejo têm sido usadas, principalmente, na compreensão plena do cliente. Uma ferramenta que permite, por exemplo, entender que reação seu público alvo teve no primeiro contato com uma ação de marketing lançada em tempo real.

O Big Data não gira em torno da quantidade de dados que se tem, mas em torno do que se faz com eles. É possível analisar dados de qualquer fonte para encontrar respostas que permitam a redução de custos, redução de tempo, desenvolvimento de novos produtos e decisões mais inteligentes

Ela transforma em indicativos os dados brutos que o seu cliente de fato precisa, garantindo um maior o aumento da base de clientes e potenciais de fidelização. Já no varejo, é útil para otimizar os processos internos, fornecendo inteligência operacional ao seu negócio. Esses recursos computacionais podem calcular o tempo médio de permanência de cada item no estoque ou perdas financeiras ocorridas em função de um planejamento de rotas equivocado na entrega de produtos.

Doug Laney, definiu a Big Data como os três V’s. Volume: onde as organizações coletam dados de uma grande variedade de fontes, incluindo transações comerciais, redes sociais etc; Velocidade: os dados fluem em uma velocidade sem precedentes e devem ser tratados em tempo hábil; Variedade: os dados são gerados em todos os tipos de formatos – de dados estruturados á dados numéricos em bancos de dados tradicionais.

Essa é uma visão analítica para que as empresas ganhem agilidade e possam mudar seus rumos de acordo com as transformações do mercado. Percebemos que com o Big Data a empresa será ajudada a ser grande o suficiente para atender todos os seus clientes e pequena o suficiente para atender às particularidades de cada um deles.

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